Diocese de
Itabuna

O SINAL DA CRUZ

O Sinal da Cruz
Abrimos nossas reuniões e ações litúrgicas, traçando sobre nós o sinal da Cruz, sinal com o qual somos marcados no dia do nosso Batismo, quando o sacerdote acolhe as crianças para o Batismo, dizendo: “Vou marcar na fronte de cada criança o sinal do Cristo Salvador. Essa cruz que faço na testa não é sinal de morte ou de sofrimento, mas sinal da salvação que Jesus alcançou para nós com sua morte e ressurreição.” (Ritual do Batismo)

“Os cristãos são batizados “em nome” do Pai e do Filho e do Espírito Santo, e não “nos nomes” destes três, pois só existe um Deus, o Pai Todo-Poderoso, seu Filho Único e o Espírito Santo: a Santíssima Trindade.” (CIC 233)

A Cruz é para nós, sinal de vitória e não de morte, é o sinal permanente da aliança do Pai com os seus filhos, como diz um canto popular “É arma em qualquer perigo, é raio de eterna luz. Bandeira vitoriosa, o Santo sinal de Cruz!”

É sinal carregado de significado, sinal de pertença, traduzindo logo no começo de nossos encontros que, “quer vivamos, quer morramos, pertencemos ao Senhor” (Rm 18, 8). Somos da família de Deus, estamos ali reunidos em nome de Alguém, não somos soltos no mundo, nem fazemos uma reunião qualquer, mas um encontro de irmãos que reconhecem que “a Cruz é a fonte de todas as bênçãos e de todas as graças.” (São Leão Magno)

Na Missa, após o canto da entrada, o sacerdote, de pé junto à cadeira, junto com toda a assembleia faz o sinal da cruz; enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. O povo responde: Amém. O sacerdote expressa à comunidade reunida, a presença do Senhor e o povo, com a resposta, exprime o mistério da Igreja reunida.

Via de regra, o sinal da cruz é traçado por todos, mas somente o sacerdote pronuncia Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, ao povo cabe o AMÉM de consentindo ao mistério de fé da Igreja reunida. Constituindo-se assim, como parte fixa da Missa, por isso não há um canto para este momento, e se for cantar que o sacerdote o faça conforme as rubricas próprias.

Ao proclamar o Evangelho também se fará o sinal da Cruz na testa, nos lábios e no peito, expressando a total entrega ao Senhor, consagrando-Lhe nossa razão, nossa boca e nosso coração.

No final da Missa o sacerdote abençoa o povo, traçando sobre este o sinal da Cruz.

Dom Carlos Alberto dos Santos

Bispo da Diocese de Itabuna

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